“A gente sente falta né? A gente morre de sentir falta. As
vezes parece que a vida toda é sentir falta… de alguém, de algo, de um
sentimento, de uma sensação… Até mesmo das reações. Elas, as reações. Aquela
coisa que causa um tremendo impacto no nosso ser. Quem nunca guardou palavras,
mudou de assunto, fugiu.. fingiu na hora e riu para enfim mostrar para aquela pessoa sei lá, um texto novo
escrito, algo que a fizesse sentir orgulho. É sufocante, eu mesmo respiro fundo
pelo menos 30 vezes por dia. Faz até o pior dos vilões da historia procrastinar
por horas e horas e desejar ter Alzheimer a maior parte do tempo, porque
que a gente lembra. Lembra no automático. Lembra porque existiu. E
por mais que a vida continue, existe essa parte das nossas lembranças, dolorosas
ou não, estão ali e sempre estarão. Estarão gravadas naquela música que a gente
não vai parar de ouvir… E é verdade, eu não sou o tipo de pessoa que se
acostuma rápido com as coisas. Talvez isso cause a impressão de que as
lembranças são eternas. Ou pelo menos, suficientes para passar uma sensação de
que “Isso não vai passar”.”
Tenho amor incondicional pelas pessoas que entram em minha vida e sinceramente, não sei o quanto isso é bom nos dias atuais. Talvez esse seja meu pior defeito.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
“A gente sente falta né? A gente morre de sentir falta. As
vezes parece que a vida toda é sentir falta… de alguém, de algo, de um
sentimento, de uma sensação… Até mesmo das reações. Elas, as reações. Aquela
coisa que causa um tremendo impacto no nosso ser. Quem nunca guardou palavras,
mudou de assunto, fugiu.. fingiu na hora e riu para enfim mostrar para aquela pessoa sei lá, um texto novo
escrito, algo que a fizesse sentir orgulho. É sufocante, eu mesmo respiro fundo
pelo menos 30 vezes por dia. Faz até o pior dos vilões da historia procrastinar
por horas e horas e desejar ter Alzheimer a maior parte do tempo, porque
que a gente lembra. Lembra no automático. Lembra porque existiu. E
por mais que a vida continue, existe essa parte das nossas lembranças, dolorosas
ou não, estão ali e sempre estarão. Estarão gravadas naquela música que a gente
não vai parar de ouvir… E é verdade, eu não sou o tipo de pessoa que se
acostuma rápido com as coisas. Talvez isso cause a impressão de que as
lembranças são eternas. Ou pelo menos, suficientes para passar uma sensação de
que “Isso não vai passar”.”
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