Tenho amor incondicional pelas pessoas que entram em minha vida e sinceramente, não sei o quanto isso é bom nos dias atuais. Talvez esse seja meu pior defeito.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Entre alguns amores e desamores, é a primeira vez que um homem me vê de cara limpa – em todos os sentidos. Com as minhas imperfeições sem maquiagem, desde as olheiras até meu gênio forte. Nunca tive nada parecido e, sei lá, de repente parece que você era o que sempre faltava. Eu, particularmente, te acho lindo até de olhos fechados, mas não é por isso que eu tô apaixonada. Eu me apaixonei pela nossa amizade, pela intimidade, por me sentir tão à vontade com você. Me apaixonei pelo seu jeito menino, que olha com curiosidade pra tudo em volta, querendo descobrir. Fiquei apaixonada pelo homem que protege, não deixa eu andar fora da calçada, se preocupa se eu cheguei bem e pergunta como foi meu dia. Pelos seus carinhos brutos, que me deixam marcada, mas em paz. E eu percebi que eu já era sua quando comecei a preferir ficar grudada em você, assistindo um filme, do que ir pra qualquer balada ou festa do mundo. E tudo sem você perdeu bastante a graça. Os outros caras então, nem se fala. Comecei a passar os dias fazendo hora, pra chegar o dia de te ver. Tô até sendo cafona, sendo clichê. É que eu apaixonada fico brega, mas vou procurar um jeito descolado e o tempo certo de te contar que amo você cada dia mais.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

“A gente sente falta né? A gente morre de sentir falta. As vezes parece que a vida toda é sentir falta…  de alguém, de algo, de um sentimento, de uma sensação… Até mesmo das reações. Elas, as reações. Aquela coisa que causa um tremendo impacto no nosso ser. Quem nunca guardou palavras, mudou de assunto, fugiu.. fingiu na hora e riu para enfim mostrar  para aquela pessoa sei lá, um texto novo escrito, algo que a fizesse sentir orgulho. É sufocante, eu mesmo respiro fundo pelo menos 30 vezes por dia. Faz até o pior dos vilões da historia procrastinar por horas e horas e desejar ter Alzheimer a maior parte do tempo, porque  que a gente lembra. Lembra  no automático. Lembra porque existiu. E por mais que a vida continue, existe essa parte das nossas lembranças, dolorosas ou não, estão ali e sempre estarão. Estarão gravadas naquela música que a gente não vai parar de ouvir… E é verdade, eu não sou o tipo de pessoa que se acostuma rápido com as coisas. Talvez isso cause a impressão de que as lembranças são eternas. Ou pelo menos, suficientes para passar uma sensação de que “Isso não vai passar”.”

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Laços

Meu Deus! Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando...
devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!


Mário Quintana

terça-feira, 19 de maio de 2015

Aah coração..

Calma, coração, para que tanto alvoroço? Não aconteceu nada, foi só um olhar um pouco mais demorado, não crie expectativas, não imagine coisas, eu não aguento mais decepções. Quando é que você vai entender que sua função é bater e não apanhar?

segunda-feira, 27 de abril de 2015

“Anota aí: Desapegar das pessoas; se importar menos; não se abalar por nada nem ninguém; correr atrás daquilo que faça seu coração vibrar; ficar perto de quem te quer bem; correr atrás dos seus sonhos; se amar mais; esquecer tudo aquilo que te faça mal. Anota aí: Cair na real.”

- Eu sou meiga.

sexta-feira, 3 de abril de 2015


Não sei se alguém já te falou, mas teu jeito de olhar é inexplicavelmente desconfortável, é como se você conseguisse enxergar bem mais que o exterior... como se conseguisse ver a alma. 

Seus olhos sempre se fecham quando você sorri, e eu ainda fico pensando em como você consegue enxergar enquanto está sorrindo, para mim parece quase impossível, esse teu jeito de andar irritantemente confiante desafia o meu olhar até não conseguir mais alcança-lo. Não sei o que dizem sobre seu cabelo grande e sua barba “mal feita”, mas eu acho que não ficaria bem em outra pessoa, no entanto, em você combina perfeitamente com seu cheiro de confusão. Confusão garantida.
Sua marra é igual ao meu medo de perder, e descobrimos que até temos algumas coisas em comum. E sei que você só precisa de alguém que cuide de você, que se preocupe com o seu cabelo bagunçado e sua gravata toda torta, sei que não consigo nem cuidar de mim mesma, mais cuidaria de você.

terça-feira, 31 de março de 2015

Como é que faz?

E depois, como é que faz pra tirar o escudo? Como é que faz pra mostrar que de rumo certo na minha vida não tem nada? Como é contar que eu não quero estudar nenhuma das 4 coisas que pensei há anos? Como é que faz pra cumprir as promessas que me fiz? Como é dizer que toda essa postura não existe e que apresso o passo pra chegar em casa e poder desmontar? Como é que se diz para colegas de farra que você não suporta mais ver a cara deles, de segurar pessoas caindo bêbadas no seu colo e que você só queria estar em casa? Como é que se conta pra uma mãe que você é a má companhia? 

Como é que faz pra desmontar as minhas verdades e começar novas porque as que montei eu não estou aguentando com o peso? Como é que eu acabo com essa carcaça de pessoa fria quando quero sair declarando amor até para pessoas desconhecidas? Como é que faço pra enxergar as pessoas como todos os outros e esquecer a figura maravilhosa que eu criei pra cada pessoa da minha vida?
Como é que faz pra jogar tudo pro alto quando há até pessoas em suas mãos? 
 Como é que faz pra começar o que eu nem comecei e pensar que eu tenho todo o tempo do mundo pra fazer tudo que quero? Como é que explico pra mim as coisas que eu quero fazer sendo que nem pro papel elas conseguem passar?  Como faço pra entrar na fila pra dizer pro Frejat que concordo com ele e que também procuro um amor que seja bom pra mim, que nessa eu vou até o fim?  Como é que eu conto pra alguém que eu penso em cada passo por ela, ao invés de pensar em mim? Como é que eu digo no espelho que me tornei um ser tão sem nada sendo que todo mundo pensa que eu sou tudo? 
Como é que eu digo pra essa pessoa que está lendo que ela se identifica com várias coisas desse texto mas que joga todas elas pra baixo do tapete? Como é que eu conto com coragem que eu tenho mil coisas pra fazer, e que todas elas estão ao meu alcance, mas que não faço nem 3? Como é que eu faço pra dar amor só pra quem quer recebê-lo? Como é que eu pratico o ditado “quem não bate, apanha”?


Como é que podemos ver tudo isso de forma alegre e leve sem se pegar no meio de surtos e crises existenciais? Queria eu responder só a última pergunta, pra resolver todas as outras

segunda-feira, 23 de março de 2015

TatiB.


          Só que aí eu acabei mudando. E foi mudança aos poucos, porque até hoje me dou conta de coisas minhas que já não estão mais lá e, quem roubou, eu jamais vou saber. O sorriso mudou e a vontade de sorrir pra qualquer pessoa também, graças a Deus. Foi por sorrir tanto de graça que eu paguei tão caro por todas as coisas que me aconteceram. Às vezes me pego olhando ao meu redor e vendo tanta menina parecida comigo. Tanto sentimento gritando de bocas caladas e escorrendo de peles secas. Tanta coisa acontece com a gente. Tanta gente passa pela gente, mas tão pouca gente realmente fica. E eu sei que, talvez, eu tivesse que ficar triste. Talvez eu tivesse que continuar secando lágrimas, abraçando o vento e rindo no vácuo, mas o fato é que eu não consigo. Eu não consigo mais ser triste só para mostrar que um dia eu fui - ou achei que tivesse sido - feliz.
Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta.
Aprendi também que por mais que você queira muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Faz tempo que não venho aqui, faz tempo que as letras não falam por mim.
Tive receio de que não conseguisse mais me transmitir por entre palavras e frases. A vida tem sido estranha. Não a vida, mas as circunstâncias que ela me apresenta.
O silêncio, ultimamente, tem sido a música que eu mais quero ouvir.
Essa barulheira infernal da rotina, tem me tirado alguns suspiros de impaciência. 
É incrível como eu não gosto de ser eu, às vezes.

D.C.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

E quando você descobre como é gostoso se doar por inteiro, e receber da mesma maneira, saberá que o amor é muito mais apreciado quando dividido com o outro. É uma liberdade disfarçada de compromisso, porque quando o coração está em paz, todo compromisso é mera diversão.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

'-'

Eu não me afastei porque não sabia o que queria. Eu me afastei porque eu sabia que você não queria o mesmo que eu... Entendeu agora?